Os únicos limites são os que você acredita ter!? Marcelo Henrique

Tempo de leitura: 2 minutos

Marcelo Henrique

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Quais são os seus limites? De que ordem eles são? Quem os estabeleceu? Até que ponto eles te condicionam?

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Uma frase, uma foto

Vivemos num mundo de muitos atrativos, que nos possibilitam fazer escolhas. E, por extensão, de muitos chamados, frases de impacto, coaches e instrumentos motivacionais e de autoajuda.

Por um lado, isto é altamente positivo porque pode induzir à reflexão, ao uso da lógica racional, ao autoconhecimento e, consequentemente, ao rito de perguntas e respostas da existência – algo que nos acompanha sempre, desde nossa origem imemorial, enquanto Espíritos – assim como às buscas que cotidianamente fazemos para alcançar a felicidade possível.

Como você pode ver, estamos diante de uma foto motivacional. E ela cumpre, portanto, o objetivo a que se destina: incentivar as pessoas a buscarem ir além dos (pretensos) limites. Ou, em outro modo de entendimento, a estar atento aos limites que nos são impostos: por outrem, por instituições, por filosofias ou religiões, pela cultura, pela força das gerações e, é claro, num mundo globalizado, pelas redes sociais.

O ambiente sugestivo

A foto principal deste artigo está posicionada na posição principal de uma grande e conceituada academia na região metropolitana de Florianópolis (SC). Chamativa, em luzes de neon amarelas, ela já me provocou tergiversações em vários momentos. Inclusive, hoje pela manhã, quando fazia meu treino (foto no texto).

Sim, porque é necessário cuidar da saúde (física e mental) e o exercício físico regular e, quando possível, sob supervisão especializada (professores de educação física, “personal trainers”), leva a benefícios visíveis para o binômio corpo-Espírito. Sou testemunha e prova-viva disso, nos últimos anos, desde que adotei essa “rotina”.

Me recordo, ainda, de uma frase que também visualizei há muitos anos, numa instituição militar que nossa turma de colégio de ensino básico visitava todos os anos, em um evento voltado à crianças de escolas da região: “mens sana in corpore sano”.

Assim, cabem as perguntas: – Quais são os seus limites? – De que ordem eles são? – Quem os estabeleceu? – Até que ponto eles te condicionam?

Importante, assim, e sempre, é que você mesmo se avalie (íntima e exteriormente) para verificar “até onde” você pode/consegue ir e, principalmente, para estabelecer motivações e objetivos existenciais. Neste sentido, a lição socrática do conhecer-se interiormente nos parece como a principal diretriz para essa jornada.

E que você, como eu, consiga “vencer” seus próprios limites!

Fotos: Rafael Andrade.

 

 

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Postagem efetuada por membro do Conselho Editorial do ECK.

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