Que pistola? (Soneto da Esperança em ano eleitoral), por Marcelo Henrique

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Marcelo Henrique

O inominável e as suas bravatas
Mentiras toscas, histórias chulas, hediondas demais
Que fazem corar o homem de bem, ainda mais
Diante de um governo (?) com tantas ações insensatas

Trata-se de uma figura das mais caricatas
E suas promessas, de antes, de mudanças sociais
Viraram pó, e a maior parte da nossa gente vive, agora, seus umbrais
E as esperanças de muitos viraram lágrimas e dores bem exatas…

Ouço, então, do presidente-candidato a derradeira e desesperada falácia
De que o Mestre pregador da Galileia poderia usar uma pistola, em sua missão
Uma pistola para impor “sua” verdade aos opositores

Logo ele, o exemplo vivo e constante de amor e compreensão!
Nem o Galileu, nem nós, precisamos de força para “convencer eleitores”
Pois nossas “armas” são o convencimento das ideias e a preservação da democracia!

 

Foto: unplash

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