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	Comentários sobre: Uma pedra sobre o negacionismo ao redor das adulterações das obras de Allan Kardec, por Paulo Degering Jr.	</title>
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	<description>Conteúdo com Liberdade de Pensamento</description>
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		Por: Paulo Degering Rosa Junior		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Degering Rosa Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 19:28:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.comkardec.net.br/uma-pedra-sobre-o-negacionismo-ao-redor-das-adulteracoes-das-obras-de-allan-kardec-por-paulo-degering-jr/#comment-7035&quot;&gt;Guilherme&lt;/a&gt;.

O trabalho &quot;CSI do Espiritismo&quot;, nome que me causa sentimentos de vergonha alheia, indica fortemente que Kardec estava trabalhando na finalização das novas edições de O Céu e o Inferno e A Gênese. E aí para o que se pode afirmar categoricamente, sem o risco de assassinar a lógica. O erro deles é querem dar uma palavra final, como se não pudesse ter havido adulteração. Concordo com o Marcelo na questão de que a ausência documental da prova de que a as novas edições são, letra por letra, saídas das mãos de Kardec, já configuram a adulteração, legalmente. Além disso, as alterações nas novas edições, que indicam graves problemas de contradições e distorções doutrinárias, bem como no pensamento original de Kardec, são motivo mais que suficiente de suspeita, fazendo com que, por segurança, fiquemos com as versões originais, conforme o conselho de Erasto no item 230 de O Livro dos Médiuns. Esse ponto é tão simples, tão básico, que me espanta tanto gasto de energia nesse assunto. Qual é o motivo de fazer tanta força para afastar o Movimento Espírita dos textos seguramente originais de Kardec?

https://www.geolegadodeallankardec.com.br/artigos/em-destaque/o-livro-a-genese-de-allan-kardec-foi-mesmo-adulterado/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.comkardec.net.br/uma-pedra-sobre-o-negacionismo-ao-redor-das-adulteracoes-das-obras-de-allan-kardec-por-paulo-degering-jr/#comment-7035">Guilherme</a>.</p>
<p>O trabalho &#8220;CSI do Espiritismo&#8221;, nome que me causa sentimentos de vergonha alheia, indica fortemente que Kardec estava trabalhando na finalização das novas edições de O Céu e o Inferno e A Gênese. E aí para o que se pode afirmar categoricamente, sem o risco de assassinar a lógica. O erro deles é querem dar uma palavra final, como se não pudesse ter havido adulteração. Concordo com o Marcelo na questão de que a ausência documental da prova de que a as novas edições são, letra por letra, saídas das mãos de Kardec, já configuram a adulteração, legalmente. Além disso, as alterações nas novas edições, que indicam graves problemas de contradições e distorções doutrinárias, bem como no pensamento original de Kardec, são motivo mais que suficiente de suspeita, fazendo com que, por segurança, fiquemos com as versões originais, conforme o conselho de Erasto no item 230 de O Livro dos Médiuns. Esse ponto é tão simples, tão básico, que me espanta tanto gasto de energia nesse assunto. Qual é o motivo de fazer tanta força para afastar o Movimento Espírita dos textos seguramente originais de Kardec?</p>
<p><a href="https://www.geolegadodeallankardec.com.br/artigos/em-destaque/o-livro-a-genese-de-allan-kardec-foi-mesmo-adulterado/" rel="nofollow ugc">https://www.geolegadodeallankardec.com.br/artigos/em-destaque/o-livro-a-genese-de-allan-kardec-foi-mesmo-adulterado/</a></p>
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		Por: Marcelo Henrique		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 16:59:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.comkardec.net.br/uma-pedra-sobre-o-negacionismo-ao-redor-das-adulteracoes-das-obras-de-allan-kardec-por-paulo-degering-jr/#comment-7035&quot;&gt;Guilherme&lt;/a&gt;.

Prezado Guilherme, aquilo que você menciona &quot;provou&quot; é somente um sofisma. Inexiste prova. As provas são as que apontam para o sentido oposto. Totalmente consubstanciadas em documentos e na própria carta de Kardec ABANDONANDO os projetos de revisão de suas duas últimas obras. Tudo isto está explicado e documentado na seção &quot;Dossiê Adulteração&quot; em nosso Portal. Temos mais material e, aos poucos, estaremos disponibilizando. Importa dizer que nenhum dos que você menciona possui qualquer autoridade técnica especializada para afirmar o que afirma. Do contrário, o ECK está respaldado em conhecimentos e especialistas jurídicos, documentais, historiográficos, registrais e de caráter doutrinário. Por fim, também já demonstramos que esta edição (quinta) de 1869, também posterior à morte de Kardec, é ALIENÍGENA. Leia nosso &quot;Dossiê&quot; e veja com seus próprios olhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.comkardec.net.br/uma-pedra-sobre-o-negacionismo-ao-redor-das-adulteracoes-das-obras-de-allan-kardec-por-paulo-degering-jr/#comment-7035">Guilherme</a>.</p>
<p>Prezado Guilherme, aquilo que você menciona &#8220;provou&#8221; é somente um sofisma. Inexiste prova. As provas são as que apontam para o sentido oposto. Totalmente consubstanciadas em documentos e na própria carta de Kardec ABANDONANDO os projetos de revisão de suas duas últimas obras. Tudo isto está explicado e documentado na seção &#8220;Dossiê Adulteração&#8221; em nosso Portal. Temos mais material e, aos poucos, estaremos disponibilizando. Importa dizer que nenhum dos que você menciona possui qualquer autoridade técnica especializada para afirmar o que afirma. Do contrário, o ECK está respaldado em conhecimentos e especialistas jurídicos, documentais, historiográficos, registrais e de caráter doutrinário. Por fim, também já demonstramos que esta edição (quinta) de 1869, também posterior à morte de Kardec, é ALIENÍGENA. Leia nosso &#8220;Dossiê&#8221; e veja com seus próprios olhos.</p>
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		Por: Guilherme		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 02:39:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gosto muito do blog, mas ainda não havia comentado nada. No entanto, me senti nessa obrigação após ler esse texto, mais na função de historiador do que espírita.
Causou estranheza o autor nem citar o CSI do Espiritismo, grupo comandado por Carlos Seth Bastos, que de maneira contundente, provou que não houve qualquer adulteração nas obras referidas. O fato mais impressionante foi a descoberta da quinta edição de A Gênese publicada ainda no ano de 1869 em uma biblioteca fora da França. Pra mim, a discussão há estava superada, mas aí o autor vem a dizer que é negacionista quem aponta o óbvio?, ou seja, que não houve qualquer adulteração nas duas obras!
De resto, só um fato curioso: ao contrário das críticas tradicionais, que culpam Leymarie, o Judas da vez é o Roustaing...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito do blog, mas ainda não havia comentado nada. No entanto, me senti nessa obrigação após ler esse texto, mais na função de historiador do que espírita.<br />
Causou estranheza o autor nem citar o CSI do Espiritismo, grupo comandado por Carlos Seth Bastos, que de maneira contundente, provou que não houve qualquer adulteração nas obras referidas. O fato mais impressionante foi a descoberta da quinta edição de A Gênese publicada ainda no ano de 1869 em uma biblioteca fora da França. Pra mim, a discussão há estava superada, mas aí o autor vem a dizer que é negacionista quem aponta o óbvio?, ou seja, que não houve qualquer adulteração nas duas obras!<br />
De resto, só um fato curioso: ao contrário das críticas tradicionais, que culpam Leymarie, o Judas da vez é o Roustaing&#8230;</p>
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