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	Comentários sobre: O Problema da Verdade como Espelho da Maioria, por Marcio Sales Saraiva	</title>
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	<description>Conteúdo com Liberdade de Pensamento</description>
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		Por: Daniel B Miguel		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel B Miguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 13:40:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Francamente a crítica acima não se sustenta como pretende. Ela se embasa em adjetivsimos e transita entre &quot;análises&quot; quantitativas e qualitativas que parecem não ter fundamento, pois não há nada além de especulações. O CUEE é em primeiro momento um método quantitativo, isso é inegável, pois assim o é tb em  amostragens científicas e sociais. Depois ele vai para uma seleção qualitativa de conteudo, onde, em acordo com o escopo pretendido se julga a validade da comunicação, com base na razão de seu argumento, não se ele provém de homem caucasiano europeu e burguês, como bem aponta o texto. Ademais, sabe-se que incontáveis casos particulares, não fomentados, logo espontâneos, chegaram às mãos da sociedade espírita parisiense. Outra, a proeminência do espiritismo, em nada obsta ou obstou o prosseguimento dos estudos espiritualistas, em qualquer época ou lugar do globo, e se esses não têm relevo, a culpa é puramente de seus grupos, e boa vontade em vencerem as limitações e divulgarem seus estudos, assim como fez Kardec e a SEP. Enfim, buscando não me delongar, me parece uma crítica vazia, pois que não apresenta contrapontos contundentes, apenas levanta dúvidas, e dúvidas não são o suficiente à uma crítica sólida, uma vez que Kardec era uma acadêmico da pedagogia, um filósofo e um crítico moderado, e que ele não era o único nessa empreitada, contava tb com um grupo de pessoas bastante qualificadas, encarnadas e desencarnadas, o que prontamente afasta a hipótese velada de fanatismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Francamente a crítica acima não se sustenta como pretende. Ela se embasa em adjetivsimos e transita entre &#8220;análises&#8221; quantitativas e qualitativas que parecem não ter fundamento, pois não há nada além de especulações. O CUEE é em primeiro momento um método quantitativo, isso é inegável, pois assim o é tb em  amostragens científicas e sociais. Depois ele vai para uma seleção qualitativa de conteudo, onde, em acordo com o escopo pretendido se julga a validade da comunicação, com base na razão de seu argumento, não se ele provém de homem caucasiano europeu e burguês, como bem aponta o texto. Ademais, sabe-se que incontáveis casos particulares, não fomentados, logo espontâneos, chegaram às mãos da sociedade espírita parisiense. Outra, a proeminência do espiritismo, em nada obsta ou obstou o prosseguimento dos estudos espiritualistas, em qualquer época ou lugar do globo, e se esses não têm relevo, a culpa é puramente de seus grupos, e boa vontade em vencerem as limitações e divulgarem seus estudos, assim como fez Kardec e a SEP. Enfim, buscando não me delongar, me parece uma crítica vazia, pois que não apresenta contrapontos contundentes, apenas levanta dúvidas, e dúvidas não são o suficiente à uma crítica sólida, uma vez que Kardec era uma acadêmico da pedagogia, um filósofo e um crítico moderado, e que ele não era o único nessa empreitada, contava tb com um grupo de pessoas bastante qualificadas, encarnadas e desencarnadas, o que prontamente afasta a hipótese velada de fanatismo.</p>
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