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	Comentários sobre: Haverá um epílogo para “A Gênese”?, por Marcelo Henrique e Nelson Santos	</title>
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	<description>Conteúdo com Liberdade de Pensamento</description>
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		Por: Marcelo Mariné Alacarini		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Mariné Alacarini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 13:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lendo esse texto, considero-me presenteado, e em fortalecer a postura de que estudar o Espiritismo requer amor à verdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo esse texto, considero-me presenteado, e em fortalecer a postura de que estudar o Espiritismo requer amor à verdade.</p>
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		Por: Wilson		</title>
		<link>https://www.comkardec.net.br/havera-um-epilogo-para-a-genese-por-marcelo-henrique-e-nelson-santos/#comment-5438</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 16:26:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A trajetória de Leymarie, bem como a de seus asseclas, por si só, cai em descrédito. Essa parte do rico artigo me faz lembrar a seguinte parábola:

“Conta uma parábola de origem judaica que a Mentira e a Verdade, em um dia de sol, saíram a caminhar no campo. E resolveram banhar-se nas águas de um rio que se apresentava muito convidativo. Cada uma tirou a sua roupa e caíram na água. Mas, a um dado momento a Mentira aproveitou-se da distração da Verdade, saiu da água e vestiu as roupas da Verdade. Quando esta saiu da água, negou-se a usar as vestes da Mentira. Saiu nua a perseguir a Mentira. As pessoas que as viam passar acolhiam a Mentira com as vestes da Verdade, mas proferiam impropérios e condenações contra a atitude despudorada da Verdade. Moral: as pessoas estão mais dispostas a aprovar a Mentira com vestes de Verdade do que enfrentar a Verdade nua e crua.”

Obs.: A parábola mencionada é uma alegoria popular, mas não há um autor específico conhecido. Essa história é amplamente atribuída a tradições judaicas, embora também seja contada em diversos contextos culturais e literários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A trajetória de Leymarie, bem como a de seus asseclas, por si só, cai em descrédito. Essa parte do rico artigo me faz lembrar a seguinte parábola:</p>
<p>“Conta uma parábola de origem judaica que a Mentira e a Verdade, em um dia de sol, saíram a caminhar no campo. E resolveram banhar-se nas águas de um rio que se apresentava muito convidativo. Cada uma tirou a sua roupa e caíram na água. Mas, a um dado momento a Mentira aproveitou-se da distração da Verdade, saiu da água e vestiu as roupas da Verdade. Quando esta saiu da água, negou-se a usar as vestes da Mentira. Saiu nua a perseguir a Mentira. As pessoas que as viam passar acolhiam a Mentira com as vestes da Verdade, mas proferiam impropérios e condenações contra a atitude despudorada da Verdade. Moral: as pessoas estão mais dispostas a aprovar a Mentira com vestes de Verdade do que enfrentar a Verdade nua e crua.”</p>
<p>Obs.: A parábola mencionada é uma alegoria popular, mas não há um autor específico conhecido. Essa história é amplamente atribuída a tradições judaicas, embora também seja contada em diversos contextos culturais e literários.</p>
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