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	Comentários sobre: Cravos e Ipês, por Marcelo Henrique	</title>
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	<description>Conteúdo com Liberdade de Pensamento</description>
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		<title>
		Por: Célia Aldegalega		</title>
		<link>https://www.comkardec.net.br/cravos-e-ipes-por-marcelo-henrique/#comment-5270</link>

		<dc:creator><![CDATA[Célia Aldegalega]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 22:04:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto. Não se pode esperar que o mundo evolua, sem promover a mudança. Ontem, comemorando o 50.º aniversário da Revolução dos Cravos em Portugal, enquanto descia a Avenida da Liberdade, em Lisboa, entre milhares de manifestantes-celebrantes num número improcedente (o desfile começou pelas 14:30 e prolongou-se até perto das 20:00), múltiplas foram as reflexões que fiz, desde logo, a felicidade de ter encarnado e de viver num país democrático, e de ter feito parte do processo de democratização e evolução de um país bisonho, paupérrimo, com determinismo de classe, repressão violenta da liberdade de expressão e pensamento, inacessibilidade à educação da maioria, para um país onde nunca houve tantas pessoas jovens licenciadas, e nem vou enumerar todas as evoluções. Dei-me conta que o processo evolutivo do meu país é uma metáfora espírita: o progresso é imparável, constante, porque quanto mais evoluímos, mais nos damos conta das imperfeições e da necessidade de as corrigir. Assim são as democracias: imperfeitas, mas quanto mais avançadas, mais capacitadas para identificar as fragilidades, e corrigir. A representatividade simbólica do cravo na revolução portuguesa, remete a outra metáfora espírita: ofertada aos militares por uma florista do Rossio, que, impedida de fazer o seu negócio nesse dia, decidiu distribuir os cravos aos revolucionários, estes colocaram as flores nos canos das armas. Esse gesto traduz uma revolução não retaliadora pela violência. Ontem, sobretudo assistindo a um filme sobre Salgueiro Maia, o herói da revolução dos cravos mais cultuado, (desencarnado em 1992, de câncer), da sua coragem e da sua irredutível insistência na revolução pacífica, dei-me conta de quanto há de Espiritismo na ação de pessoas assim. Mas o comentário já vai longo, fiquemos por aqui. Obrigada, Marcelo e ECK.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto. Não se pode esperar que o mundo evolua, sem promover a mudança. Ontem, comemorando o 50.º aniversário da Revolução dos Cravos em Portugal, enquanto descia a Avenida da Liberdade, em Lisboa, entre milhares de manifestantes-celebrantes num número improcedente (o desfile começou pelas 14:30 e prolongou-se até perto das 20:00), múltiplas foram as reflexões que fiz, desde logo, a felicidade de ter encarnado e de viver num país democrático, e de ter feito parte do processo de democratização e evolução de um país bisonho, paupérrimo, com determinismo de classe, repressão violenta da liberdade de expressão e pensamento, inacessibilidade à educação da maioria, para um país onde nunca houve tantas pessoas jovens licenciadas, e nem vou enumerar todas as evoluções. Dei-me conta que o processo evolutivo do meu país é uma metáfora espírita: o progresso é imparável, constante, porque quanto mais evoluímos, mais nos damos conta das imperfeições e da necessidade de as corrigir. Assim são as democracias: imperfeitas, mas quanto mais avançadas, mais capacitadas para identificar as fragilidades, e corrigir. A representatividade simbólica do cravo na revolução portuguesa, remete a outra metáfora espírita: ofertada aos militares por uma florista do Rossio, que, impedida de fazer o seu negócio nesse dia, decidiu distribuir os cravos aos revolucionários, estes colocaram as flores nos canos das armas. Esse gesto traduz uma revolução não retaliadora pela violência. Ontem, sobretudo assistindo a um filme sobre Salgueiro Maia, o herói da revolução dos cravos mais cultuado, (desencarnado em 1992, de câncer), da sua coragem e da sua irredutível insistência na revolução pacífica, dei-me conta de quanto há de Espiritismo na ação de pessoas assim. Mas o comentário já vai longo, fiquemos por aqui. Obrigada, Marcelo e ECK.</p>
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		<title>
		Por: Rosário Relvas		</title>
		<link>https://www.comkardec.net.br/cravos-e-ipes-por-marcelo-henrique/#comment-5265</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rosário Relvas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 23:34:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não poderia estar mais de acordo com as ideias expressadas no seu texto. É necessário estarmos atentos, porque os &quot;velhos do Restelo&quot; , nunca desistem. Basta analisar as recentes eleições em Portugal, para sabermos como é fácil, convencer os incautos e  políticamente iletrados ,que sem noção do que é a liberdade, não vivenciaram os tempos difíceis de ditadura ,se deixaram enredar por palavras bonitas que somente querem protagonismo e influência parlamentar com uma inabilidade perigosa para desgovernar e lançar o país no caos económico. Gratidão pelo seu texto de homenagem à democracia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não poderia estar mais de acordo com as ideias expressadas no seu texto. É necessário estarmos atentos, porque os &#8220;velhos do Restelo&#8221; , nunca desistem. Basta analisar as recentes eleições em Portugal, para sabermos como é fácil, convencer os incautos e  políticamente iletrados ,que sem noção do que é a liberdade, não vivenciaram os tempos difíceis de ditadura ,se deixaram enredar por palavras bonitas que somente querem protagonismo e influência parlamentar com uma inabilidade perigosa para desgovernar e lançar o país no caos económico. Gratidão pelo seu texto de homenagem à democracia.</p>
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