<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Arenas Sociais Contemporâneas e o Direito de Julgar, por  Marcelo Henrique	</title>
	<atom:link href="https://www.comkardec.net.br/arenas-sociais-contemporaneas-e-o-direito-de-julgar-por-marcelo-henrique/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.comkardec.net.br/arenas-sociais-contemporaneas-e-o-direito-de-julgar-por-marcelo-henrique/</link>
	<description>Conteúdo com Liberdade de Pensamento</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Apr 2024 06:25:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Antonio Roberto Malfatti		</title>
		<link>https://www.comkardec.net.br/arenas-sociais-contemporaneas-e-o-direito-de-julgar-por-marcelo-henrique/#comment-5258</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Roberto Malfatti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 06:25:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.comkardec.net.br/?p=4648#comment-5258</guid>

					<description><![CDATA[Até entendo o interesse de passar uma mensagem para reforço de que não devemos julgar.
A mídia vive de notícias e não pestaneja quando tem algo novo e inusitado para contar.
Nós, os telespectadores, confiando no que a mídia - séria ou não - passa, começamos a imaginar o que realmente aconteceu, mas alguns, mais preparados, não julgam: apenas ficam incrédulos com a cena e os comentários dos comunicadores.
Realmente, felizmente, o empréstimo não foi consumado, mas a investigação precisa determinar o que realmente aconteceu e, se a sobrevivente precisa de ajuda, será bom que a receba da melhor fonte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até entendo o interesse de passar uma mensagem para reforço de que não devemos julgar.<br />
A mídia vive de notícias e não pestaneja quando tem algo novo e inusitado para contar.<br />
Nós, os telespectadores, confiando no que a mídia &#8211; séria ou não &#8211; passa, começamos a imaginar o que realmente aconteceu, mas alguns, mais preparados, não julgam: apenas ficam incrédulos com a cena e os comentários dos comunicadores.<br />
Realmente, felizmente, o empréstimo não foi consumado, mas a investigação precisa determinar o que realmente aconteceu e, se a sobrevivente precisa de ajuda, será bom que a receba da melhor fonte.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
